A Humanidade somos nós! O amanhã pode ser que venha...
O futuro incerto e surpreendente, a se apresentar aos poucos para cada um de nós, vem em curvas, na velocidade da própria pressa ...
Mas oferece-nos a possibilidade de uma dupla escolha: uma estrada escura e pavimentada ou uma estrada iluminada, embora cheia de chão...
Qual deverá ser a nossa opção? Qual deve ser a nossa mais preciosa caminhada?
Resistiremos melhor ao desafio da velocidade do asfalto ou aprenderemos mais com a paisagem lenta que nos passa ao lado com cheiro de orvalho?
Continuaremos sem nos preocuparmos com as conseqüências dos nossos atos, saciando apenas nossa ganância e nossa sede de poder, olvidando os que dependem de nós, da nossa candura e afeto?
Até quando escolheremos o agora e não o amanhã, escolheremos o fácil e não o desafio, escolheremos o descanso e não o aprendizado?
Onde mais alto brilha o Sol?
Onde mais alto brilhará cada um de nós, na incansável busca pela felicidade?
Preferiremos, até quando, as turbulências do imediatismo capitalista em detrimento de opções amistosas, que nos colocarão, juntos, na mesma Estrada do Sol?